3 fatores que influenciam nas nossas finanças – Parte 2

No primeiro artigo desta série falamos sobre a Cultura Brasileira, o Consumismo e a Falta de Transparência das Instituições. Nesta segunda parte, falaremos de outros 3 fatores que influenciam nas nossas finanças: Acomodação, Confiança excessiva no Estado e Crenças.

A pergunta é: como cada um desses fatores influencia na sua relação com o dinheiro?

1) Acomodação: acomodação é uma característica de pessoas que se sentem confortáveis como estão. Porém, esse comportamento deixa as pessoas muito expostas a imprevistos, o que pode resultar em sérios problemas financeiros e pessoais.

É importante considerar possíveis mudanças em relação ao trabalho, aumento da família com a chegada dos filhos, problemas de saúde, roubos e assaltos, pandemias… e traçar planos financeiros que minimizem o impacto desses imprevistos, caso eles ocorram. A acomodação não tem espaço dentro do processo de planejamento financeiro, que propõe um movimento constante em direção aos objetivos propostos.

Quais aprendizados o cenário atual de pandemia nos traz frente às nossas acomodações? Como você percebe a importância do planejamento financeiro neste momento?

2) Confiança no Estado: além de acomodadas, algumas pessoas confiam excessivamente no Estado e acreditam que o governo irá ampará-las em situações difíceis e em sua aposentadoria. Essa confiança pode dificultar o planejamento uma vez que o indivíduo transfere a responsabilidade do seu bem-estar financeiro para o governo, não se preparando para lidar com situações futuras e imprevistos.

O governo tem o dever de administrar os recursos públicos e nós, como cidadãos, temos a responsabilidade de administrar nossos recursos pessoais. Cabe a cada um de nós fazer a nossa parte, contribuindo para uma economia mais sustentável.

O que você tem feito para garantir um bem-estar financeiro no presente e no futuro? O que você pode fazer a mais a partir de agora?

3) Crenças: Sofremos influências do ambiente que nos cerca desde bebês e respondemos a elas conforme o tipo de estímulos que recebemos e, também, de acordo com nossas próprias características, físicas e psíquicas. A maneira como os pais lidam com o dinheiro é observada pelas crianças, registrada em suas mentes e, mais tarde, a chance de apresentarem comportamento semelhante é alta.

Existem diversas crenças a respeito do dinheiro, que podem limitar e dificultar o planejamento financeiro, como por exemplo: “ah, é muito difícil ficar rico!”, “dinheiro não traz felicidade”, “dinheiro é sujo, é pecado”.

É importante analisar as coisas que ouvimos, vemos e sentimos, seja na família, na escola, na igreja ou no trabalho.

Tome consciência dos seus pensamentos e linguagem acerca do dinheiro e, quando identificar alguma crença limitante, refaça a frase, pense de um jeito diferente. Exemplo: “Dinheiro não traz felicidade”, você pode pensar “Dinheiro é um importante recurso para a minha saúde e bem-estar”. Aos poucos, você vai reforçando um novo padrão mental e naturalmente o seu sentimento, comportamento e resultados financeiros mudarão também.

Neste momento, o que você acredita sobre o dinheiro? As suas crenças estão contribuindo no seu bem-estar financeiro e no bem-estar das pessoas à sua volta?

No próximo artigo falaremos sobre outros 3 fatores que influenciam nas nossas finanças.

Até lá!

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